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sexta-feira, 18 de maio de 2018

LÁ VEM MAIS UMA COPA! IMPOSSÍVEL NÃO LEMBRAR DELE E SEU GOL:"MARADONA E SEU GOL DE MÃO CONTRA A INGLATERRA ‘ NUNCA VOU ME ARREPENDER”!

"MARADONA E SEU GOL DE MÃO CONTRA A INGLATERRA ‘ NUNCA VOU ME ARREPENDER”!

 “Não me arrependo de ter marcado com a mão. Nem um pouco. Nem no meu leito de morte.” A confissão, em detalhes, do gol de mão de Maradona, que mudou a Copa de 1986.
Diego Armando Maradona finalmente falou sobre o famoso gol com a 'mão de Deus'.
Com todos os detalhes.
O lance fundamental na Copa de 1986 acaba de ser explicado, minuciosamente, pelo maior jogador da Argentina em todos os tempos. Ele tinha mais talento do que Messi, para desespero da nova geração.
Cada frase é uma machadada no fair play, na honestidade, no politicamente correto que imperam no futebol atual.

O relato está no livro "Tocado por Deus: Como Nós Vencemos a Copa do Mundo de 86 do México", lançado em espanhol e em inglês. Ao preço médio de 15,5 dólares, cerca de R$ 51,00.
Maradona usou o jornalista esportivo Daniel Arcucci como seu ghost-writter. E, como é sua característica, não se poupou. Fez questão de relatar tudo o que ocorreu naquela partida, válida pelas quartas-de-final do Mundial. 
Era mais do que uma partida. Quatro anos antes houve a Guerra das Malvinas. Um conflito criado pela Ditadura Argentina para tentar dar mais fôlego aos militares.

O general Leopoldo Galtieri autorizou o ataque ao arquipélago em 1982. Argentina e Inglaterra disputavam os 12 mil quilômetros quadrados de ilhas, desde 1690. Navegadores britânicos alegam que o descobriram. Os argentinos alegam que foi o português Fernão de Magalhães, um século antes.

A Inglaterra dominava o arquipélago. A língua falada nas Malvinas é o inglês. A população, formada na sua maioria de descendentes de britânicos, principalmente escoceses. Ela mal chegava a duas mil pessoas em 1982. Galtieri acreditou que seria muito fácil e representativo tomar o arquipélago. 
Não esperava a reação britânica. Mas a primeira ministra britânica Margaret Thatcher, apelidada de Dama de Ferro, não seria humilhada. Deu a ordem para o Exército Inglês retomar as Falklands, como os inglês conhecem as ilhas.

A então primeira ministra inglesa Margareth Tatcher e o ditador argentino General Leopoldo Galtieri.
O mundo assistiu um massacre dos ingleses com seus armamentos mais modernos. Grandes porta-aviões rasgavam o Atlântico, levando as mais modernas aeronaves de guerra. Elas massacraram os imberbes militares argentinos. O conflito foi de 2 de abril e 14 de junho de 1982. O saldo oficial de mortos foi de 649 soldados argentinos, 255 britânicos e três civis das ilhas.

A derrota foi desmoralizante para os argentinos.
O abalo foi irreparável aos militares.
Em 1983, um ano depois, eles perderam o poder.
Houve eleições diretas e os civis voltaram à presidência.
A guerra seguia entalada na garganta dos argentinos em 1986.


Quando a tabela da Copa mostrou Argentina e Inglaterra era a hora da vingança. 
O técnico Carlos Bilardo usou como motivação a guerra, as mortes dos jovens argentinos no conflito. E os seus jogadores entraram mais do que motivados para o jogo.
Do lado britânico, Bobby Robson acreditava ter uma equipe melhor. E mais moderna. Via no rival apenas o talento de Maradona. Além de taticamente melhor, Robson apostava na habilidade do seu craque, Gary Lineker. Artilheiro daquele Mundial e um dos grandes representantes do fair-play.
A partida aconteceu no dia 22 de junho de 1986.
No estádio Azteca, na Cidade do México.
Antes da partida, os hooligans dos dois países se encontraram. A polícia mexicana teve enorme trabalho para acabar com brigas selvagens. O clima de ódio chegava às arquibancadas.
O árbitro foi o tunisiano Ali Bin Nasser.

A partida estava equilibrada, até que Maradona marcou seu gol com a mão, aos cinco minutos do segundo tempo.
Com a palavra, Maradona.
"A bola foi lançada para mim no alto. Eu pensei "oh boy, que bola!... Essa é minha". Eu não sabia se iria conseguir chegar, mas eu ia tentar. Se ele (o árbitro) desse falta, seria falta. Eu saltei, o que o Shilton (goleiro da Inglaterra) não estava esperando. Ele achou que eu iria direto nele. Mas eu saltei, podem ver nas imagens, vocês vão ver a posição que meu corpo estava. Eu venci o Shilton porque, fisicamente, eu estava na melhor forma da minha vida. Ele pulou, mas eu pulei antes porque estava assistindo a bola, e ele fechou os olhos.
"A bola tocou a rede e tudo, não tinha chances de alguém ter visto. Nem o árbitro, nem o assistente, nem Shilton, que estava atordoado olhando para a bola. O único que entendeu o que aconteceu foi Fenwick, o último homem entre eu e o gol. Mas, exceto ele, ninguém. Saí correndo para comemorar. Continuei correndo, sem olhar para trás. 'Checo' Batista veio até mim e perguntou "você desviou com a mão, não foi? Você usou a mão?". Eu respondi "cala a merda da boca e continua comemorando". Eu estava com medo do gol ser anulado, mas não foi.
"Na coletiva de imprensa, eu não sabia como reagir. A princípio, eu continuei falando que tinha cabeceado. Não sei, eu temia que, como ainda estava no estádio, eles poderiam anular o gol. Como eu poderia saber? Mas depois, eu disse para alguém 'foi a cabeça do Maradona e a mão de Deus'."

O gol de mão foi fundamental para a Argentina. Fez com que a Inglaterra partisse para o ataque, se abrisse. E Maradona se aproveitou do desequilíbrio emocional inglês. Com seu talento excepcional marcou o segundo gol, o mais bonito de todas as Copas. 
Aos dez minutos, cinco minutos depois de haver marcado com o 'gol com a mão de Deus'.
A forte Inglaterra conseguiu descontar, com Lineker, aos 36 minutos do segundo tempo. Os argentinos seguraram a vitória. Se classificaram para a semifinal da Copa. Venceram os belgas. E, na final, derrotaram os alemães.
 Eternamente comparado e ainda que distante dos feitos do Rei Pelé, Maradona será até o fim, sempre polêmico e como s diz por aqui não vai perder a pose nunca!

"Não me arrependo de ter marcado com a mão, nem um pouco.
"Nem agora, nem trinta anos depois, nem no meu leito de morte."
Essa, a confissão de Maradona, publicada no livro.



Com informações de Globo Esporte.com

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

TRÁGICO DESABAFO DE UM MÉDICO DA REDE PÚBLICA DO DF!

O Ocaso da Vida pelo Descaso de Todos

(O desabafo do médico Kleber Nogueira de Campos)

"Fiz ontem no Hospital de Base do DF, sem dúvida alguma, o ambulatório mais difícil de minha carreira cirúrgica. É como disse ontem aqui mesmo no FB: Está muito difícil e deprimente trabalhar na rede pública de saúde.
O que antes era fonte de enorme prazer, hoje, tornou-se uma cota de sacrifício para mim. É muito duro para um profissional como eu constatar e diagnosticar as aflições humanas, saber que tem conhecimento e competência para intervir, para ajudar as pessoas, para mudar a história natural de suas enfermidades, saber que é pago para ajudar as pessoas e, ainda assim, não ter como ajudá-las por deficiências logísticas do próprio sistema que o contratou. Somos pagos pra fazer e não fazemos porque nosso empregador não permite – tacitamente – que façamos.
Eis a situação surreal na qual encontra-se a maioria dos profissionais que, hoje, labuta na saúde pública brasileira. Somos, em última análise, instados grampeadoresadministrativas e trabalhistas - a sermos cúmplices dum autêntico genocídio. Nós, cúmplices, e o restante da população, inclusive vocês, preclaros leitores, testemunhas. É inacreditável o desmanche que os caras vêm promovendo dolosamente na máquina pública desse país - enquanto o Ministério Público e nossas entidades médicas a tudo assistem, impassivos.
Dou-lhes alguns exemplos ocorridos nos meus dois últimos dias de trabalho no Hospital de Base do DF:
Recebemos quatro pacientes graves – em macas ou cadeiras de rodas – provenientes de hospitais regionais do DF cujas consultas sequer foram agendadas no nosso serviço. O desespero dos colegas da periferia chegou a esse ponto: simplesmente despejam os pacientes em cima da gente (do “hospital de referência') e “seja o que Deus quiser”.
Quis substituir a bala de oxigênio de um paciente grave, O2-dependente, que veio removido numa maca do Hospital Regional de Sobradinho para consulta conosco, mas não havia bala de oxigênio substituta disponível.
Constatei que uma paciente estava há seis meses, segundo os familiares, sendo tratada apenas com soro fisiológico venoso no Hospital de Brasilinha-GO, enquanto um câncer do esôfago cervical crescia e lhe invadia a traquéia, causando-lhe obstrução ventilatória. E que, mesmo queixando-se de dificuldade progressiva para deglutir, durante todo esse tempo, ela jamais havia sido submetida sequer a uma endoscopia digestiva diagnóstica.
Quis internar no PS do hospital um paciente grave que nos tinha sido encaminhado da UPA do Recanto das Emas, mas recebi o recado que o R1 (residente do primeiro ano) da cirurgia geral do PS se recusava a fazê-lo, em função de orientação que teria recebido de seu preceptor. Ainda bem que o problema foi resolvido antes que eu pudesse cruzar meus bigodes com esse jovem doutor.
Quis internar em nossa enfermaria um paciente crítico, com um câncer muito agressivo lhe obstruindo a veia cava superior, mas não havia vagas no andar.
Quis prescrever receitas médicas decentes, mas tivemos que improvisar, pois não havia formulário de receituário disponível no ambulatório. Quis imprimir a observação clínica na impressora, mas tão pouco havia tonner.
Constatei que um paciente no qual fizemos a ressecção de um enorme tumor de parede torácica, à frente do osso esterno, numa cirurgia longa e complexa, apenas cinco meses depois do procedimento, estava com metástases generalizadas em ambos os pulmões e, portanto, condenado a ter somente alguns poucos meses de vida; isso por não ter sido submetido a quimioterapia adjuvante (pós-operatória). Há vários meses – é preciso voltar a frisar - quimioterápicos essenciais estão em falta no principal hospital público da Capital Federal.
Na antessala do ambulatório, tivemos ainda que testemunhar a briga entre dois pacientes que aguardavam consulta conosco, que acabou por requerer intervenção da polícia. Foram às vias de fato dentro do hospital, numa gritaria e baixo nível terrível. Um dos acompanhantes foi levado para a delegacia. As pessoas, compreensivelmente, estão com os nervos à flor da pele.
Amanhã pretendíamos operar um câncer de pulmão, mas teremos que adiar mais uma vez a cirurgia do paciente, porque fomos informados que não teremos vaga de UTI para o pós-operatório (que é essencial).
Gostaríamos, alternativamente, de reoperar o esôfago de uma paciente obesa com enorme hérnia para-esofágica recidivada (na qual o estômago hernia para dentro do tórax), mas nãob poderemos porque não temos mais grampeadores gastro-intestinais (nem endoscópicos, nem para cirurgias abertas). A SES-DF simplesmente não os adquire, fazendo-nos retornar à década de 70.
Na sexta-feira gostaríamos de operar outros tantos pacientes que aguardam há semanas seus procedimentos, mas, por falta de anestesistas, não nos ofereceram salas cirúrgicas eletivas.
Escalados em procedimentos eletivos, para não vermos nossos salários cortados, teremos que registrar nosso ponto eletrônico mesmo assim, como se estivéssemos trabalhando, sem que tenhamos condições práticas de trabalhar. Ou seja, o ministro da Saúde não mentiu quando afirmou que “médicos brasileiros fingem que trabalham”; só esqueceu de dizer que é exatamente a incompetência dele e dos demais gestores da saúde pública do país que nos obriga a fazer isso.
Que tipo de medicina é essa que estamos praticando? Aonde é que vamos parar? Que tipo de médico estamos formando num sistema desses? Que tipo de profissional irá cuidar de nossos descendentes no futuro? Por que os cidadãos pagadores de impostos não se revoltam e vão para as ruas protestar (tendo às mãos instrumentos extraordinários de mobilização, como as redes sociais)? Como podemos trivializar assim a morte de nossos semelhantes? Até quando vamos tolerar passivamente esse descalabro? O que mais de absurdo precisa acontecer para que as pessoas deixem o sofá da sala e saiam às ruas em protesto? Essas e outras questões me atormentam dia sim, dia também, sem que eu consiga obter respostas minimamente satisfatórias – nem de mim, nem de ninguém.
Está muito triste ser médico no SUS."
Vergonhoso!

sábado, 12 de agosto de 2017

ADEUS USAIN BOLT! A ÚLTIMA CORRIDA DO "RAIO" NÃO CHEGOU AO FINAL! MAS VALEU O EXEMPLO.

USAIN BOLT, 'O RAIO´"  É HUMANO SIM!


Na última prova da carreira, Bolt se lesiona e não termina 4x100m
Jamaicano recebeu o bastão para os últimos 100 metros na terceira colocação e logo no início de sua corrida sentiu uma lesão muscular e não conseguiu nem cruzar a linha de chegada


A lenda Usain Bolt teve um final de carreira humano, como qualquer mortal no planeta Terra. Neste sábado (12/8), na final do revezamento 4x100 metros do Mundial de Atletismo, no estádio Olímpico, em Londres, o velocista jamaicano recebeu o bastão para os últimos 100 metros na terceira colocação e logo no início de sua corrida sentiu uma lesão muscular e não conseguiu nem cruzar a linha de chegada. Se contorceu em dores e viu os adversários o ultrapassarem. Deixou a pista consolado pelos seus companheiros.

A surpreendente final teve um resultado inesperado. A Grã Bretanha cruzou a linha de chegada em primeiro com o tempo de 37s47 e bateu um dos favoritos, os Estados Unidos - prata com 37s52. Assim como nos Jogos Olímpicos do Rio-2016, o Japão ficou com a medalha de bronze com a marca de 38s04.
O sorriso fácil, a personalidade forte, o carisma e o talento ganharam a companhia da emoção de Usain Bolt, um dos maiores nomes do esporte mundial, entraram definitivamente para a história. Neste sábado, perto de completar 31 anos, o astro jamaicano saiu de cena após a disputa do revezamento 4x100 metros. Pouco importava a cor da medalha, ou mesmo se ela viria - o que todos queriam ver era a última vez em que o maior de todos os tempos pisava em uma pista de forma competitiva.
Omar McLeod, Julian Forte e Yohan Blake tiveram a honra de competir ao lado de Usain Bolt em sua despedida, no estádio Olímpico de Londres, palco de suas grandes conquistas na Olimpíada de 2012. Durante a apresentação dos atletas, os jamaicanos brincaram com o público e fizeram uma rápida coreografia. No aquecimento, Bolt acenava para todos.

A despedida das pistas deixou o herói emocionado. Logo após a disputa das eliminatórias para a final, ainda pela manhã, Usain Bolt disse que não conseguia externar os seus sentimentos. "Não há palavras para descrever como estou me sentindo. Recebo muito apoio do público e agradeço muito por isso", disse.
É verdade que esse término não será do jeito que se imaginava, já que o jamaicano ficou com a medalha de bronze na disputa dos 100 metros, no sábado passado, perdendo para os norte-americanos Justin Gatlin (ouro) e Christian Coleman (prata). Mesmo assim, Usain Bolt é o homem mais rápido da história. O jamaicano bateu três vezes o recorde mundial dos 100 metros e também é o recordista dos 200 metros. As duas melhores marcas foram conquistadas no Mundial de Atletismo de Berlim-2009 - o tempo dos 100 metros é o de 9s58 e dos 200 metros, de 19s19. Ambos ainda deverão durar por vários anos.
A recordação de seus êxitos é inesgotável. Nos 100 metros ele tem três títulos mundiais (Berlim-2009, Moscou-2013 e Pequim-2015) e três ouros em Jogos Olímpicos (Pequim-2008, Londres-2012 e Rio-2016). Tem mais quatro títulos mundiais nos 200 metros (Berlim-2009, Daegu-2011, Moscou 2013 e Pequim-2015), além de uma prata (Osaka-2007). Por sinal, a prova dos 200 metros é a sua favorita, mas ele decidiu não participar para guardar energia para os 100 metros e para o revezamento 4x100m - o revezamento, inclusive, traz a única lembrança amarga para Usain Bolt em Olimpíadas. Nos Jogos de Pequim-2008, o time da Jamaica perdeu a medalha de ouro após Nesta Carter testar positivo para doping.

Fenômeno raro no esporte, Usain Bolt sai de cena para se juntar à lendas como Muhammad Ali, Ayrton Senna, Pelé, Maradona, Michael Jordan, Roger Federer, entre outros. A partir de agora, o jamaicano deverá seguir para a Alemanha, onde quer fazer testes no Borussia Dortmund - tem o sonho de se tornar jogador de futebol profissional. É melhor ninguém duvidar de um dos maiores atletas de todos os tempos.



quinta-feira, 2 de março de 2017

IMPOSTO DE RENDA: LEÃO NA ÁREA! COMEÇA HOJE.

PRAZO PARA ENTREGAR DECLARAÇÃO DO IR 2017 VAI ATÉ 28/4; VEJA DICAS

Começou o prazo para entregar o Imposto de Renda 2017. O último dia será 28 de abril. Quem entregar com atraso terá de pagar multa de 1% do imposto devido ao mês. O valor mínimo é de R$ 165,74 e o máximo é de 20% do imposto devido. Quem entrega a declaração antes tem mais chances de receber a restituição nos primeiros lotes.
A restituição do IR (devolução de imposto pago a mais) é feita de junho a dezembro. Quem recebe primeiro são idosos, pessoas com deficiência e doenças graves. Após a liberação desses pagamentos, utiliza-se como critério de prioridade a data de entrega da declaração. Por isso vale a pena entregar mais cedo.
Tem direito a receber restituição quem pagou Imposto de Renda a mais durante o ano (o imposto é descontado na folha de pagamento dos trabalhadores assalariados, por exemplo). Na hora de declarar, o programa faz as contas. Quem tem muitas deduções, como dependentes e despesas médicas, por exemplo, vai ganhando descontos. No fim das contas, pode ter dinheiro a receber.
https://t.dynad.net/pc/?dc=5550001892;ord=1488488793181
São esperadas 28,3 milhões de declarações. Em 2016, foram 27.960.663.
Veja quem é obrigado a declarar (basta estar numa situação, não em todas):
  • Recebeu mais de R$ 28.559,70 de renda tributável no ano (salário, por exemplo); ou
  • Ganhou mais de R$ 40 mil isentos, não tributáveis ou tributados na fonte no ano (como indenização trabalhista); ou
  • Teve ganho com venda de bens (casa, por exemplo); ou
  • Comprou ou vendeu ações em Bolsas; ou
  • Recebeu mais de R$ 142.798,50 em atividade rural (agricultura, por exemplo) ou tem prejuízo rural a ser compensado no ano calendário de 2016 ou nos próximos anos; ou
  • Era dono de bens de mais de R$ 300 mil; ou
  • Passou a morar no Brasil em qualquer mês e ficou aqui até 31 de dezembro; ou
  • Vendeu uma casa e comprou outra num prazo de 180 dias, usando isenção de IR no momento da venda
Deduções para diminuir o IR
Quem tem dependentes, paga escola ou possui empregados domésticos pode reduzir o imposto a pagar. Veja aqui dicas de como pagar menos imposto ou conseguir uma restituição maior.
Estes são os limites para descontos:
  • Despesas com instrução por dependente ou com educação própria: R$ 3.561, 50
  • Dedução por dependente: R$ 2.275,08
  • Desconto com cada empregado doméstico: R$ 1.093, 77
Sobre dedução com educação, lembre que isso é válido para cursos normais (ensino básico e superior). Não vale para cursos extras, como inglês ou cursinho pré-vestibular, por exemplo.
O que você acha de pagar Imposto de Renda?
  • É necessário. O governo precisa de dinheiro para serviços e obras
  • É necessário, mas o governo não usa bem nosso dinheiro
  • Sou totalmente contra
VotarResultado parcial
Declaração completa ou simplificada

O contribuinte pode escolher o modelo completo ou o simplificado para enviar sua declaração. Na opção pelo simplificado, é aplicado o desconto padrão de 20% (independentemente de gastos com saúde e educação, por exemplo). O limite para esse desconto de 20% é de R$ 16.754,34.

Fonte:Uol.com

sábado, 12 de novembro de 2016

BRASIL 3 X 1 ARGENTINA. VALEU A PENA APLAUDIR A SELEÇÃO E A CBF?

NÃO ADIANTA NADA RECLAMAR DOS POLÍTICOS SE NÓS ENTRAMOS NO JOGO
 Será que já é tempo de esquecer os terríveis maus resultados da Copa do Mundo no Brasil?
E tanta corrupção na CBF?


Por MARILIZ PEREIRA JORGE

Você viu o jogo da seleção contra a Argentina? Eu, não. Você vibrou com os três gols contra a Argentina? Eu, não. Você acha que ter vencido por 3 a 0, e logo contra os hermanos, deu uma aliviada no 7 a 1 que levamos na Copa, exatamente no Mineirão?

Vamos ser honestos. Pouco importa se a seleção voltou a jogar bem. Pouco importa se Tite está sendo aclamado pela torcida. O mando desse jogo continua sendo da CBF, uma entidade com um presidente indiciado por corrupção e um ex-presidente preso nos EUA.

Um amigo chegou a dizer: “Essa seleção dá gosto de ver depois da chegada do Tite”. Acho um desgosto. É público e notório que seis meses antes de aceitar o cargo de técnico, Tite assinou um manifesto cobrando a renúncia de Del Nero, para que fossem feitas eleições livres e democráticas para o comando.

Eu não apenas sei como assinei o mesmo manifesto. Sinto-me meio palhaça por ter feito parte daquele circo e agora ver Tite posando de bonito ao lado de Del Nero.

Vou voltar a bater na mesma tecla. Todo mundo esqueceu que temos um ex-presidente da CBF preso em Nova York e que o atual não sai do país com medo de que a Interpol o mande para o xilindró?

Vejo gente que fazia piada de quem ia para manifestação na Paulista vestindo a camisa da “entidade mais corrupta do futebol” e agora torce e aplaude a seleção comandada pela “entidade mais corrupta do futebol”.
 
É todo mundo conivente. Do técnico aos jogadores, do público que esgota os ingressos à audiência da TV, do pessoal que celebra nas redes sociais aos jornalistas que acham que a seleção é uma coisa e a CBF outra. Não é. A seleção é a CBF, e ninguém parece se importar com isso.

Como dizem por aí, não adianta reclamar dos políticos se entramos no jogo e fechamos os olhos para a bandalheira quando nos é conveniente. Parar em fila dupla, subornar policial, sonegar imposto, comprar produtos baratinhos graças a trabalho escravo ou torcer por um time comandado por bandidos é tudo a mesma coisa.

A gente faz vista grossa quando interessa. Está errado.

E, pelo andar da carruagem, tudo vai continuar como está. Em setembro, a CPI do Futebol foi extinta na Câmara dos Deputados sem que nenhum dos indiciados pela Justiça americana fossem ouvidos. Del Nero sequer foi convocado porque os requerimentos para sua convocação nunca foram votados. Ricardo Teixeira tinha depoimento marcado para 14 de junho. Simplesmente não compareceu e ficou por isso mesmo.

Essas pessoas zombam da nossa cara, enquanto ficam milionários, e a gente bate palma.

No Senado, a CPI se encerraria em agosto, mas foi prorrogada para o final do ano porque 54 senadores pediram a extensão das atividades. Isso porque, em abril, o presidente do Senado, Renan Calheiros, suspendeu a convocação de Ricardo Teixeira e Del Nero, numa manobra inexplicável, sem amparo no regimento interno da casa.

Não é uma maravilha?


Dunga caiu, Tite assumiu, a seleção voltou a ganhar, a indignação das pessoas sumiu, a pauta corrupção desapareceu. O que me faz pensar: estávamos de fato perplexos e revoltados com a forma como os negócios do futebol são feitos ou apenas magoados porque nosso tão valioso patrimônio nacional andava estrebuchando à beira da morte.

Blog do Paulinho.

BRASIL 3 X 1 ARGENTINA. VALEU A PENA APLAUDIR A SELEÇÃO E A CBF?

NÃO ADIANTA NADA RECLAMAR DOS POLÍTICOS SE NÓS ENTRAMOS NO JOGO
 Será que já é tempo de esquecer os terríveis maus resultados da Copa do Mundo no Brasil?
E tanta corrupção na CBF?


Por MARILIZ PEREIRA JORGE

Você viu o jogo da seleção contra a Argentina? Eu, não. Você vibrou com os três gols contra a Argentina? Eu, não. Você acha que ter vencido por 3 a 0, e logo contra os hermanos, deu uma aliviada no 7 a 1 que levamos na Copa, exatamente no Mineirão?

Vamos ser honestos. Pouco importa se a seleção voltou a jogar bem. Pouco importa se Tite está sendo aclamado pela torcida. O mando desse jogo continua sendo da CBF, uma entidade com um presidente indiciado por corrupção e um ex-presidente preso nos EUA.

Um amigo chegou a dizer: “Essa seleção dá gosto de ver depois da chegada do Tite”. Acho um desgosto. É público e notório que seis meses antes de aceitar o cargo de técnico, Tite assinou um manifesto cobrando a renúncia de Del Nero, para que fossem feitas eleições livres e democráticas para o comando.

Eu não apenas sei como assinei o mesmo manifesto. Sinto-me meio palhaça por ter feito parte daquele circo e agora ver Tite posando de bonito ao lado de Del Nero.

Vou voltar a bater na mesma tecla. Todo mundo esqueceu que temos um ex-presidente da CBF preso em Nova York e que o atual não sai do país com medo de que a Interpol o mande para o xilindró?

Vejo gente que fazia piada de quem ia para manifestação na Paulista vestindo a camisa da “entidade mais corrupta do futebol” e agora torce e aplaude a seleção comandada pela “entidade mais corrupta do futebol”.
 
É todo mundo conivente. Do técnico aos jogadores, do público que esgota os ingressos à audiência da TV, do pessoal que celebra nas redes sociais aos jornalistas que acham que a seleção é uma coisa e a CBF outra. Não é. A seleção é a CBF, e ninguém parece se importar com isso.

Como dizem por aí, não adianta reclamar dos políticos se entramos no jogo e fechamos os olhos para a bandalheira quando nos é conveniente. Parar em fila dupla, subornar policial, sonegar imposto, comprar produtos baratinhos graças a trabalho escravo ou torcer por um time comandado por bandidos é tudo a mesma coisa.

A gente faz vista grossa quando interessa. Está errado.

E, pelo andar da carruagem, tudo vai continuar como está. Em setembro, a CPI do Futebol foi extinta na Câmara dos Deputados sem que nenhum dos indiciados pela Justiça americana fossem ouvidos. Del Nero sequer foi convocado porque os requerimentos para sua convocação nunca foram votados. Ricardo Teixeira tinha depoimento marcado para 14 de junho. Simplesmente não compareceu e ficou por isso mesmo.

Essas pessoas zombam da nossa cara, enquanto ficam milionários, e a gente bate palma.

No Senado, a CPI se encerraria em agosto, mas foi prorrogada para o final do ano porque 54 senadores pediram a extensão das atividades. Isso porque, em abril, o presidente do Senado, Renan Calheiros, suspendeu a convocação de Ricardo Teixeira e Del Nero, numa manobra inexplicável, sem amparo no regimento interno da casa.

Não é uma maravilha?


Dunga caiu, Tite assumiu, a seleção voltou a ganhar, a indignação das pessoas sumiu, a pauta corrupção desapareceu. O que me faz pensar: estávamos de fato perplexos e revoltados com a forma como os negócios do futebol são feitos ou apenas magoados porque nosso tão valioso patrimônio nacional andava estrebuchando à beira da morte.

Blog do Paulinho.

terça-feira, 23 de junho de 2015

BRASIL PERDE NO FEMININO E NO SUB 20! E TODOS CHORAM! E O FUTURO DO NOSSO FUTEBOL FICA MAIS TRISTE.

ELAS SIM, PODEM CHORAR QUANDO PERDEM!                                                                 E ESTES MENINOS  CORAJOSOS TAMBÉM!




ELAS SIM, PODEM CHORAR QUANDO PERDEM!                                                                 E ESTES MENINOS  CORAJOSOS TAMBÉM!

 Porque ao vê-las jogar e diferente dos chamados grandes craques entre os melhores do mundo, que nos matam de raiva,eu morro de saudades daqueles grandes craques que já estão indo quase todos para o Céu, e que iam para os campos por amor ao futebol para dar alegria ao povo e onde muitas vezes, as travas quebravam e parafusos machucavam os pés,ou que viajavam até de Kombi para os estádios como declarou Pelé  e Zito que partiu esta semana,e outros que consagraram seus nomes jogando o verdadeiro e democrático futebol e hoje, já batem suas peladinhas com os anjos ao lado do Todo Poderoso, que sempre dá um jeitinho de não deixar sua Justiça falhar, e põem em cana, os espertalhões que manipulam a paixão do nosso povo pelo futebol!
Elas, estas mulheres valorosas demonstram sim, ter amor a camisa e a nossa seleção de futebol!


E que apodreçam lá na  cadeia onde estiverem! E a estas belas mulheres, meu mais sincero agradecimento, bem como a todos este garotos do sub-20 de onde eu vejo  surgindo muitos craques dentro de pouco tempo para voltarmos a ter alegrias ganhando alguma coisa além de decepções, uma copa de bilhões nos bolsos deles, e só tristezas no futebol mesquinho e doentio que se pratica hoje nos quebrados clubes do Brasil!
Tomara que não se percam nas mãos dos pilantras e exploradores!

Artigo:
O futuro negro do nosso futebol.

Se o presente da Seleção Brasileira principal é desanimador - relegada à posições nada nobres do ranking da Fifa - o futuro soa ainda mais preocupante.

A vexatória eliminação do time Sub-20 do Sul Americano mostra o quanto as categorias de base dos clubes brasileiros se entregaram aos empresários e se esqueceram da sua função primordial: formar jogadores.

Chuteiras coloridas, mil assessores, assédio demasiado da imprensa, cabelos esdrúxulos, falta pé no chão aos nossos jovens. Falta acompanhamento. Sobra deslubre. Falta humildade. Sobra estrelismo.

Hoje, para ser de algum time grande do futebol brasileiro é necessário, antes de tudo, contatos. A qualidade fica em segundo plano. Se você agradar a certos nomes, seu lugar no time está garantido. Caso não, procure outro clube.

Falta também organização a CBF, um plano para cuidar das nossas seleções de base desde o princípio. Algo que foi tentado com Ney Franco, até ele ser praticamente obrigado, por essa nova gestão, a aceitar o cargo de treinador do São Paulo. A indicação de Emerson Ávila, parece que foi uma piada de mau gosto do antigo técnico. Sem comando, sem tática, sem equilíbrio, o time brasileiro foi pior que um bando. Foi pior que um time de pelada.

Depois de uma campanha em que, em cinco jogos, só houve uma vitória - e de pênalti - sobre a Venezuela é para começar tudo do zero. Mas do zero mesmo. Desde o infantil.

Ou será que vamos ficar esperando or milagres? Craques como Neymar não cai mais do céu, como caíam no passado. Os tempos mudaram, porém a CBF continua no passado.

O problema do futebol brasileiro é a autossuficiência. O que preocupa é que nem um resultado desses pareceser capaz de promover mudanças em qualquer "filosofia". Não enquanto perdurar a ordem dos emrpesários, das chuteiras coloridas, dancinhas horríveis, penteados ridículos...

E os vexames vão se acumulando


Karlão-Sam